Pessoas prolixas

 

Quero falar de uma característica cada vez mais comum na comunicação verbal, do mundo corporativo: executivos prolixos. Muitos resolveram acreditar que falar bem, significa falar muito e com isso a pouca assertividade se faz presente em 9 entre 10 executivos modernos.

 

E por que eles estão tão prolixos? No dia-a-dia profissional, todos são analisados e julgados e como estão sempre numa berlinda, precisam “fazer bonito” para seus superiores e pares. Acreditam que para essa análise ser positiva, a maneira que encontram é falar muito sobre o que estão fazendo, seu trabalho ou seu departamento. Isso faz com que na hora de expor uma opinião, pensam que é “a hora de brilhar” e mostrar conhecimento.

 

É aí que alguns abrem a boca e não param mais de falar. Contam tudo nos mínimos detalhes; dão voltas e voltas ao pensamento; falam muito, sem agregar nada e o outro, o ouvinte da platéia ou da reunião, se impacienta, se distrai e não gosta. Se você é um pouco prolixo, atenção: ninguém leva a sério as pessoas que dão voltas e não chegam em lugar nenhum.

 

O que fazer para não perder o rumo da idéia principal? Vamos ver algumas soluções:

 

1º Descubra o que é o mais importante falar. Fale só aquilo que é vital, depois se cale.

 

2º Não permita pensamentos paralelos. Isso acontece, quando estamos falando e vamos nos lembrando de mais uma coisa, e outra e mais outra.

 

3º Treine síntese. Experimente contar um caso em 5 minutos, depois em 2 minutos, em 1 minuto, até chegar em 30 segundos. Só aí é que você vai ter encontrado o ponto vital.

 

Acredite: ninguém gosta dos que falam demais e não chegam a lugar nenhum.

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